Pesquisa com os Florais das Rosas Etéricas
Sistema canalizado por Natália Biancovilli, pela orientação de Mãe Maria e Mestres da Confederação Intergalática.
Voluntária: Marcelina
Rosa: Prateada
Posologia: 4 gotas da Fórmula-Mãe em 100 ml de água
Data: 20-abril-2018
Local: Sítio Casa da Samambaia (Paty do Alferes – R.J.)
Método: A voluntária bebe os 100ml de água frequenciada com uma das rosas do Sistema Floral, sem que ela saiba qual rosa foi pingada na água. Então, é anotado em um papel tudo o que ela passou a sentir e expressar após ingerir o floral.
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(Essa pesquisa foi realizada alguns minutos depois de terminar a pesquisa com a Rosa Azul.)
M: Gostei muito da Rosa Azul.
A: Por quê?
M: Nossa, é muito calmante. E aí depois que a pessoa começa a ter que interagir, fica até engraçado. Olha eu aqui com essas coisas todas em cima de mim. Fui eu mesma que coloquei.
Eu não sei se eu comecei a achar tudo engraçado quando você me deu esse copinho agora (com a rosa prateada) ou se já estava antes.
Tã tã tã tã tã (cantarolando uma sinfonia de Bethoven, aquela muito famosa)
(Marcelina está marcando o ritmo com o isqueiro, com a mão direita.)
M: Tá me vindo uns pensamentos de pessoas fazendo coisas. Por exemplo: essas madeirinhas aqui, ó. Eu queria fazer elas flutuarem para fazer alguma coisa com elas.
(Fumando.)
(Orquestrando a sinfonia com as mãos.)
(Fez gesto de levantar as madeiras com as mãos.)
M: E sabe o que também? Aí eu lembrei do dia que eu estava cantando o hino nacional para o passarinho, e ele estava prestando atenção! Mas essas rosas.... é uma coisa muito sem palavras... É mais assim uns flashes sem palavras. É mais para ficar sentindo. Eles também gostam de observar a gente criando. (Orquestrando a música com as mãos.)
Quando o homem está criando, os Seres da Natureza observam e gostam. Assim como a gente gosta de ouvir o passarinho.
De vez em quando eles param e gostam de observar a gente.
Eles gostam.
TUM TUM TUM (Orquestrando a música.)
As coisas bonitas que a gente também sabe criar...
Olha essa música, por exemplo.
(Fumando.)
(Barulho do cavalo galopando no aras perto da nossa varanda.)
(Marcelina orquestrando a música com as mãos.)
M: Nossa!
A: Hm? Nossa o que?
M: (Olhando para o céu.) (Silêncio.) Tem muito a ver com o ato de criação!
Uma pergunta que me veio. Me dá uma preguiça de falar... Me dá vontade de jogar essa bolinha (de energia) com a pergunta pra você. Telepatia. Muito primitivo (ter que falar).
Mas a pergunta é...
Olha como a gente faz coisas engraçadinhas. (Fazendo gestos com os dedos indicadores em riste.)
Quando a gente tá fazendo coisas bonitas, seres fofinhos vêm nos observar.
Porém, quem será que vem nos observar quando estamos fazendo coisas feias? (Franziu as sobrancelhas.)
(Está com os dois indicadores em riste.)
A: Quem são os “seres fofinhos”?
M: Words! Words! Words! Não sei! Tem os seres do Bem e tem os seres do Mal. A gente faz tanta coisa, né? Isso foi só uma pergunta que me veio no meio do... (parou de falar).
(Silêncio. Depois voltou a falar.)
M: Essa rosa que você me deu agora me dá muita consciência da beleza da criação humana. Pequenas e grandes. A gente sabe criar coisas, né? Eu poderia pegar aquelas madeirinhas e criar.
E assim como a gente gosta de ouvir o passarinho cantando, quando a gente tá criando, tem “gente” que gosta de olhar.
Nossa, mas essas rosas não combinam com palavras.
(Cantarolando a 9º Sinfonia de Beethoven)
M: Você não gosta de ficar olhando o formigueiro? As formiguinhas carregando as folhinhas? (Riu e fez que sim com a cabeça)
Não tem o veterinário que cuida dos animais? O animal sabe que aquela pessoa é um veterinário? Um veterinário?? Isso é muito complexo!!
A: Hm?
M: Você já não entendeu? Por que eu tenho que te explicar?
Eu estou exemplificando as profissões do homem que ESTUDARAM para cuidar deles, fizeram cursos, que esses seres não sabem que existem cursos por aí para aprenderem a cuidar dele! Aí eu me pergunto que CURSOS por aí, cursos, diplominha, autorização, para aprender a cuidar da gente!
Os grupos autorizados. Grupos autorizados.
E a gente não tem consciência disso.
A gente tem consciência dos veterinários, dos engenheiros ambientais que cuidam das árvores. Os grupos autorizados, que escolheram estudar aquilo ali.
Me deu um suadouro.
Nossa, eu nunca tinha pensado nisso! Que coisa fantástica, né?!
Aqui na terra devia ter uma faculdade só pra cuidar das formigas.
Tem tudinho: grupo de resgate, os paramédicos, os enfermeiros.
A: Aqui na Terra?
M: Aqui também tem. Tá me dando muita impaciência de ter que falar. (Ela queria lançar as perguntas em forma de bolinhas de energia, telepáticas.)
A: Ué, Marcelina, você não sabe das naves?
M: Eu sei. Mas eu tô falando que é igualzinho aqui: a pessoa escolhe em que grupo ela vai ficar.
A: A especialização dela, né?
M: Hm-hm. (Sim)
(Silêncio)
M: A admiração pela criação humana. Será que todo veterinário tem tanta admiração assim pelos seres que ele cuida? Uma GRANDE admiração.
A: Legal, né?
M: E aí tomar cuidado porque tem o outro grupo, né? Tem o outro grupo.
Eu já falei isso, né?
A: Mas eu queria saber mais dessa “admiração”. Por que eles têm essa “admiração”?
M: É como eu.
Eles também acham belo. Não sei se é “belo” a palavra... Já viu o Cláudio pegando a Yang no colo? (a gatinha preta e branca) Eles acham a gente bonitinho. Ai, que bonitinho. Dá pra ver que ele tá gostando muito mesmo. Eles GOSTAM da gente.
A: Eles quem?
M: Ah, Natália! Esses seres que se aproximam quando...
Quando...
Eu não sei se era essa a frase que eu queria falar, mas coloca assim:
‘Quando a criação é boa. Quando está construindo coisas boas. E imagina só o que se aproxima quando não é.’
E aí se aproxima um pessoal que só tem um barulhinho para definir: (fez barulho de reptiliano).
A: Nossa, eu fiz essa oração hoje de manhã, falando que se a obra fosse boa, para os Anjos da Sorte auxiliarem as pessoas...
(Marcelina contou que uma vez pegou uma bolinha de fiapos e sem querer jogou na teia de uma aranha.)
M: Eu gostei de ficar olhando a aranha. Porque eu achei muito criativo da parte dela, a solução que ela estava dando naquela bolinha de fiapos. Mas é também pelo divertimento. Eu também preciso ter coisas legais para me divertir. Dá vontade de se comunicar também. Não é uma pena que a gente não consegue falar com o Kaito? (um dos gatos do sítio) “Os gatos que respondem as pessoas”, já pensou que legal que seria?
A: Lembra daquela frase que tem no filme do Avatar: “Os humanos matam tudo que se move.”
M: Eu não concordo de você colocar essa frase nessa pesquisa da rosa.
A: Por quê?
M: Porque é muito negativa.
A: E nesse momento você quer defender os seres humanos, né?
M: É. Porque as aranhas e os escorpiões matam mesmo a pessoa. A nossa inteligência ainda é assim, ó. Bem pequenininha.
Aí você fica feliz porque entendeu um pouquinho.
Eu tenho que te explicar tudo em detalhes, né?
É uma grande exigência de palavras muito grande.
E aí... será... e aí você se pergunta: Será que o gatinho me entende? E aí você passa a vida inteira fazendo isso.
Tá vendo as coisas da criação? É pelo puro divertimento.
E é assim mesmo. São as esferas.
Mas o porquinho, o gatinho, não tá entendendo direito. Ainda tem muito aquela nuvem na cabeça. Não tem a visão completa, né?
É a visão de um gatinho.
Gatinhos muito fofinhos.
Se é que é só isso.
Ainda me veio assim também:
“que essa é uma descrição que não contempla a outra parte, porque ainda tem...”
Tá muito cansativo, Natália, o pensamento vir e eu ter que traduzir, processar tudo em palavras. Acabou, acabou essa rosa aí.
A: Mas você falou que essa descrição não está completa.
M: Ah, é. Eu vou ter que falar, né? Vou ter que gastar saliva para falar o óbvio. Mas vamos lá.
A do veterinário, por exemplo, porque não contempla o que esses grupos mais avançados, que além de cuidar têm a ESPECIALIZAÇÃO. Porque não é cuidar.
Como um veterinário, não, porque tem a visão , a inteligência muito maior, muito mais ampla, porque não é só cuidar igual um médico, não, porque tem também a parte de ajudar a expandir o pensamento, aumentar a inteligência... que as pessoas chamam de “evoluir”, mas não é “evoluir”, não. Tá errado falar isso.
A: É? É o que, então?
M: É porque é assim mesmo.
Só tá me vindo assim: não é evoluir, é um estado natural das coisas.
Eu não tô conseguindo alcançar muito bem, não.
Não é evoluir... É um estado natural das coisas... Não é evoluir... É um estado natural das coisas... Não é evoluir... É um estado natural das coisas...
Será voltar a um estado natural?
Mas só faz lógica assim, né?
“Lógica”!
Agora chega, porque está muito cansativo transformar as bolinhas em atividade gutural.
Nossa, os pensamentos são bolinhas, né, Natália?!
Tipo umas bolhas, bolinhas de sabão.
A: Vou te falar qual rosa eu te dei: rosa prateada.
M: Oh! Rosa Prateada! It has a name! (Ela tem um nome) (Marcelina incomodada com tantas palavras) Por que ela tem esse nome?
A: É a cor dela, né? A cor dela é prateada. Cor do Qi, energia vital, energia de criação...
M: Ah... a criação em conjunto com outras esferas. É a criação nas diversas camadas da criação, interagindo.
A: Não é o ser humano sozinho, não, né?
M: Não, não. Não é, não.
A: Nós não estamos sozinhos nem muito menos abandonados no Universo.
FIM DA PESQUISA
Mais informações sobre os Florais das Rosas Etéricas, enviar email para: natalia.arara.real@gmail.com
